Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 12/01/2021
Sob a égide, do escritor Oscar Wilde, a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação. Nesse sentido, é importante que haja um descontentamento da sociedade brasileira para que desse modo os desafios no combate a obesidade infantil sejam vencidos. Nesse contexto, deve-se analisar fatores educacionais e econômicos que influenciam diretamente os problemas de sobrepeso na infância.
Primordialmente, vale destacar a omissão do meio acadêmico diante da má alimentação das crianças. Em virtude disso, as escolas brasileiras negligenciam no ensino sobre a importância da alimentação saudável, sobre os riscos de desenvolver doenças, como apineia, gordura no fígado, doenças cardíacas e diabetes em pessoas acima do peso ou obesas e em como se previnir desses males com refeições balanceadas e com prática de exercícios físicos. Por conseguinte, a população se torna ignorante diante dos hábitos alimentares corretos, e com isso um terço das crianças e dos adolentes, entre zero e dezenove anos, sofrem com o sobrepeso e desses a metade já estão obesos, segundo dados publicados em 2016 pelo Ministério da Saúde. Logo, urge uma mudança.
Outrossim, merece atenção os interesses economicos na má alimentação dos brasileiros. Nesse diapasão, o filósofo Karl Max, afirmou que o capilismo busca somente o lucro e não leva em consideração a ética e a moral. Prova disso, é o alto investimento financeiro em propaganda e publicidade das indústria alimentícia, que vendem seus produtos com se esses trouxessem bem estar e realização pessoal, todavia essas mercadorias só prejudicam o individuo, uma vez que esse alimentos ultraprocessados possuem excesso de sal, açúcares, conservantes e gorduras, além de apresentarem substâncias tóxicas e nocivas para saúde do consumidor. Vale ressaltar, que o público que mais sofre com essa publicidade é o infantil, que ficam encantados com os anúncios coloridos e com os brindes de super hérois que envolvem as suas atenções e ao mesmo tempo destroem a sua saúde. Por conseguinte, muitas crinças tem desenvolvidos doenças cardiovasculares, diabetes e hipertenção de forma precose.
Destarte, é fato que medidas sejam engendradas para que haja reversão desse quadro. Nesse viés, é mister que as escolas, em consonância com as familías conscientizem os jovens, atráves palestras, campanhas de nutricionistas, whorkshops, em dabates em sala de aula e em diálogos intrafamiliares, sobre a importância de se ter uma alimentação saudável e de praticar exercicíos físicos regularmente. Ademais, é essencial que o Ministério da Educação inclua no lanche das crianças - tanto nas creches como nas escolas - uma série de alimentos benéficos a saúde, como frutas e água de coco, com o fito de forma uma sociedade mais saudável e com uma maior expectativa de vida.