Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 09/09/2020
Há alguns anos, ser “gordinho” significava ter saúde, pois as crianças com pouca gordura eram mais suscetíveis a contrair doenças. No entanto, isso mudou, e a obesidade infantil tornou-se um grande desafio a ser enfrentado. Tal problemática é consequência da má alimentação e a falta da prática de exercícios físicos.
Segundo pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde 12,2% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas. Vale ressaltar que existem diversas causas para que isso ocorra, como por exemplo, dietas com “fast-food”, salgadinhos, doces, bolachas recheadas e o estilo de vida sedentário, que inclui a falta da prática de esportes, atividades corriqueiras, como trocar o elevador pelas escadas, correr, brincar e caminhar até a escola.
Somado a isso, o sedentarismo também é dado pelos avanços tecnológicos, como controles remotos, celulares, computadores e vídeo-games, o que contribui para que as crianças criem comodidade e não se esforcem fisicamente. Em decorrência disso, os riscos à saúde são graves e diversos, cabendo citar o colesterol alto, diabetes, problemas nas articulações, problemas respiratórios, cardíacos e desvio de coluna.
Portanto, é de suma importância e urgência, que a gestão de cada escola, por fazerem parte do cotidiano dessas crianças, chamem profissionais da área da saúde para orientá-las sobre terem uma alimentação correta e saudável e também professores de educação física administrarem algum esporte para a turma. É oportuno frisar a presença de uma nutricionista para direcionar a merenda escolar.