Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 12/09/2020
Funcionando como a 2 Lei de Newton, a lei da inércia, a qual um corpo tende a permanecer em seu percurso até que uma força o faça mudar de caminho, a obesidade infantil persiste na sociedade brasileira. Com isso, a publicidade infantil e a falta de práticas esportivas, não atuam como a força descrita por newton e fazem o corpo permanecer em seu caminho.
Em primeiro lugar, é necessário ressaltar o impacto da publicidade na obesidade infantil. Segundo o IBGE, 33,5% das crianças brasileiras estão com sobrepeso. Isso tem relação com as empresas alimentícias, as quais atrelam seus produtos a desenhos infantis com o objetivo de que as crianças os consumam. Entretanto, esses alimentos processados são prejudiciais para a saúde e contribuem para a obesidade, fazendo o corpo não sair de seu caminho.
Além disso, a partir da revolução técnica científica informacional, houve um maior avanço na tecnologia, e com isso, uma maior aquisição em aparelhos eletrônicos. Desse modo, as crianças começaram a ficar mais tempo em frente à televisão ao invés de irem brincar em parques ou na rua, acarretando em uma vida sedentária, que é propicia a obesidade e faz com que o corpo continue em seu movimento.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) deve limitar o uso de personagens infantis em publicidades e propagandas. O governo federal deve, por meio de campanhas em escolas, incentivar a prática de atividades físicas em crianças e adolescentes. Assim, será possível o corpo descrito por newton sair de seu percurso e ir da permanência à extinção.