Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 14/10/2020

Segundo o Ministério da Saúde, 8,4% dos adolescentes apresentam excesso de peso corporal. No entanto, a obesidade infantil ainda é realidade na sociedade brasileira, seja pelos hábitos alimentares irregulares, seja pelo sedentarismo dos jovens na modernidade.

Em primeiro lugar, os hábitos alimentares irregulares são a principal causa para a eclosão desse fator. Consoante o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), 4,2% dos adolescentes costumam comer hambúrguer e embutidos na sua refeição diária. Visto que a má alimentação contribui para o exagero de gordura no corpo e o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis. Isso demonstra a necessidade de informar à população da importância de uma alimentação saudável e nutricional para obterem uma ótima qualidade de vida.

Além disso, o sedentarismo dos jovens na modernidade é um fator importante a ser discutido. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 84% dos adolescentes entre 11 e 17 anos não praticam atividade física. Dado que os exercícios físicos são fundamentais para a regulamentação da saúde e bem-estar dos indivíduos. Portanto, é necessário comunicar à comunidade juvenil da relevância de aumentar à prática de atividade física no cotidiano para acabar com o sedentarismo.

Em síntese, é urgente que essa situação deixe de existir na contemporaneidade brasileira. Para tanto, o Ministério da Saúde deve, por meio de palestras educativas, incentivar aos jovens de consumirem alimentos saudáveis e nutritivos para adquirir um bem-estar corporal, como também precisa, através de campanhas publicitárias, estimular as atividades físicas para diminuir a ociosidade da população juvenil. Dessa forma, a porcentagem de adolescentes com excesso de peso diminuirá com os incentivos do Ministério da Saúde.