Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 15/10/2020
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos assegura a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social e a saúde. Entretanto, nota-se que os desafios para combater a obesidade infantil impossibilita que uma parcela da população usufrua desse direito internacional na prática. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a negligência estatal e a publicidade.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a ineficiência governamental impulsiona a problemática. Nesse viés, observa-se que atualmente a maioria dos indivíduos sofrem com a ausência de políticas públicas para minimizar a obesidade na infância, como educação física e alimentar, o que aumenta o índice dessa epidemia do século XXI. Tal fenômeno, comprova-se por meio de dados do Ministério da Saúde (MS), o qual prevê que cerca de 36,6% das crianças brasileiras estão acima do peso no ano de 2020. Diante dos fatos, torna-se imprescindível ações governamentais que universializem os programas sociais para tornar a vida desses cidadãos mais saudável.
Outrossim, é válido ressaltar que a divulgação de produtos alimentícios corrobora com a conjuntura. Nessa lógica, de acordo com o filósofo Pierre Levy, as crianças estão “Hiperconectadas” nas redes sociais e sujeitas a disseminação de infornações. Devido a isso, são influenciadas pelas propagandas a consumir alimentos ultraprocessados que causam o aumento exacerbado de peso. Por conseguinte, acabam adiquerindo diversas doenças, como diabete e hipertensão. Dessa forma, é substancial que órgãos públicos tomem providências para reverter tal panorama social.
Em síntese, a observação dos fatos presentes na sociedade reflete a urgência de viabilizar medidas para mitigar esse quadro caótico. Portanto, cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério de Educação e Cultura (MEC), implementar nas escolas públicas uma educação alimentícia e física de qualidade, com o acompanhamento de nutricionistas e profissionais da educação física, que irão fazer palestras sobre a importância de uma dieta saudável e atividade corporal, a fim de coibir a obesidade precoce. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde (MS), por intermédio de campanhas nas redes sociais, orientar os pais e as crianças, a respeito da dos risco que as redes sociais oferecem para o consumismo alimentício exagerado e consciêntizar sobre os benefícios de uma alimentação de qualidade e práticas de exercícios físicos, a fim de garantir uma vida saudável na infância. Enfim, a partir dessas ações será possível impelir uma coletividade na sociedade fiel aos ideais da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Outrossim, é válido ressaltar que a divulgação de produtos alimentícios corrobora com a conjuntura. Nessa lógica, de acordo com o filósofo Pierre Levy, as crianças estão “Hiperconectadas” nas redes sociais e sujeitas a disseminação de informações. Devido a isso, são inflenciadas pelas propagandas a consumir alimentos ultraprocessados que causam o aumento exacerbado de peso. Por conseguinte, acabam se submetendo ao de risco de adiquerir várias doenças, como diabete e hipertensão. Dessa forma, é substancial que órgãos públicos tomem providências para reverter tal panorama socia
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Em síntese, a observação dos fatos presentes na sociedade reflete a urgência de viabilizar medidas para mitigar esse quadro caótico. Portanto, cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério da Educação e Cultura (MEC), implementar nas escolas públicas uma alimentação e exercicio físico de qualidade, com o acompanhamento de nutricionista e profissionais da educação física, que irão fazer palestras sobre a importância da alimentação saudável e prática da atividade corporal, a fim de coibir a obesidade precoce. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde (MS), por intermédio de campanhas nas redes sociais, conscientizar os pais das crianças de todo o Brasil sobre os riscos oferecidos pelas redes sociais na vida infantil, e sim, incentivam seus filhos a se alimentarem de forma nutritiva e fazer a prática de exercícios físicos, com o intuito de que não sejam influenciadas a consumir pelas propagandas alimentícias. Enfim, a partir dessas ações será possível impelir uma coletividade na sociedade fiel aos ideais da Declaração Universal dos Direitos Humanos.