Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 18/10/2020

“Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 196, é dever do Estado garantir o acesso à saúde, bem como é responsável pelas medidas públicas para zelar pelo bem-estar físico de todos os cidadãos brasileiros. Assim, faz-se necessário que o Poder Público atente-se para os desafios do combate a obesidade infantil e ao sedentarismo enquanto situação que põe em risco a saúde de milhares de cidadãos do país.”

Sob esse viés convém analisar a passividade do Ministério da saúde no que tange a aproximação do corpo social ao combate a obesidade infantil. De acordo com Thomas Hobbes, a função de estado é garantir o bem estar da sociedade. Entretanto, ao analisar os índices crescentes de casos de obesidade entre jovens e crianças, percebe-se uma deturpação no ideal de Hobbes. Desse modo, as crianças viram a se tornarem adultos doentes com graves problemas como doenças crônico-degenerativas.

Ademais, outro fator a salientar é o sedentarismo .“Define-se como sedentário o indivíduo que não pratica atividades físicas no seu cotidiano. Doenças como obesidade, diabetes, aumento do colesterol e problemas cardíacos são algumas das que podem aparecer como consequência deste mau hábito. Deve-se se mencionado também a negligencia dos pais no que diz respeito  à educação alimentar dos filhos e aos estímulos para que os mesmos pratiquem alguma atividade física.

Por tanto, atitudes são necessárias para mudar esse pensamento do corpo social. Sugere- se então ao Governo Federal na figura da Agéncia Nacional de Saúde suplementar (ANS)  atue com ações capazes de combater a obesidade infantil, tais como campanhas publicitárias sobre educação alimentar, e estímulos das instituições escolares para atividades físicas, para que desse modo elas cresçam e se tornem adultos saudáveis com maiores expectativas de vida.