Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 09/11/2020
Conforme a série “Friends”, Mônica Geller desenvolveu obesidade desde a infância, devido seus pais praticarem favoritismo para com seu irmão. Diante disso, o sentimento de desprezo transformou-se em busca excessiva por comida. Analogamente, fora da ficção, muitas crianças e adolescentes recorrem aos alimentos, com o objetivo de sentirem-se melhores, em decorrência dos problemas criados na área emocional. Ademais, hodiernamente, a publicidade presente nos meios tecnológicos, intensifica o combate à obesidade infantil.
Antes de mais nada, a forma física exterior está coligada à saúde mental. Uma vez que, de acordo com o programa televisivo “Quilos mortais”, 90% dos obesos que desenvolvem hábitos alimentares ruins, com o uso constante de fast food, possuem problemas emocionais que, primeiramente, deveriam ser tratados. Além disso, como cita Freud, a mente é como a ponta de um iceberg, com ênfase de que deve-se ir mais fundo, em prol de solucionar os impasses. Entretanto, em 2020, o necessário confinamento social alavancou com a obesidade, visto que, crianças e adolescentes, fora da rotina escolar, passam, grande parte do dia, com o uso de aparelhos eletrônicos, ao invés de praticar formas de gastos de energia.
Para além, estarem conectados durante muito tempo na internet, com os anagramas de dados, há a ascendência da probabilidade de verem anúncios relacionados à publicidade infantil. Nesse contexto, cartazes coloridos, lanches que vêm brinquedos etc., tendem a impulsionar o cérebro da criança a adquirir determinado produto para promover a autossatisfação. Visto que, de acordo com a Biologia, a autossatisfação libera hormônios do prazer e da saciedade. Todavia, com essa prática, o consumo realizado desde pequeno, causa doenças que podem perdurar durante toda a vida, como cita a música “Fat children”, de Tim Minchin.
Em suma, portanto, é nítido que haja soluções diante dos impasses. Para isso, o Ministério da Saúde, em parceria com Unidades Básicas de Saúde, deve entrevistar pais e responsáveis sobre a vida social de seus filhos, por meio de perguntas e respostas, além de mostrarem tabelas elaboradas com os principais problemas envolvidos na ocorrência da obesidade, a fim de discutirem sobre a saúde mental e, para mais, instruírem o tempo no uso da tecnologia do século XXI, para, assim, amenizar a quantidade de adultos obesos.