Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 20/12/2020
Conhecida como Lei fundamental e suprema do Brasil, a Constituição Federal, de 1988, garante o direito à sáude e proteção às crianças. Contraditoriamente, o aumento do indice de crianças obesas no Brasil agride tais direitos apresentados na Constituição brasileira. A partir deste contexto, é necessaria a discurssão sobre os fatos que colaboram com o aumento no indice de crianças brasileiras com adiposidade, como a escolha de alimentos industrializados para a nutrição das crianças e o sedentarismo na infância.
Primeiramente, o uso de alimentos ultra processados tem se tornado um dos principais obstáculos para o combate do aumento de peso na meninice. Segundo o sociólogo polonês, Zygmunt Bauman em seu conceito de “modernidade liquida”, a “liquidez” do mundo em que vivemos torna a vida cada vez mais frenética. Nesse sentido, os pais brasileiros vêm tendo menos tempo para prepararem as refeições dos seus filhos e acabam escolhendo alimentos processados, que é o principal causador da obesidade entre as crianças, tendo em vista que eles são ricos em gordura.
Em segunda análise, a alta taxa de criannças que não praticam atividades físicas apresenta um perigo para a sáude dos jovens, pois aumenta a chance do acumulo de gordura no tecido adiposo, fato que põe em risco a vida das crianças brasileiras. Segundo a Organização Mundial da Sáude, cerca de oitenta por cento dos jovens não praticam atividade física. Mediante isso, é inaceitavel que em um país em desenvolvimento, como o Brasil, não haja programas que incentivem as crianças a se exercitarem, pois elas são o futuro do nosso páis.
Portanto, o Ministério da Sáude juntamente com a mídia, devem promover campanhas que informem aos pais sobre a importância da alimentação saldável e a prática de esportes na infância, por meio de palestras e propagandas, com nutricionistas e proficionais de educação física. Para assim, diminuir o percentual de crianças obesas no Brasil e assegurar os direitos delas, propostos pela nossa Constituição.
a falta de iniciativas públicas que eduque os pais sobre como fazer uma melhor escolha dos alimentos para as crianças