Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 29/11/2020
É de conhecimento geral que na contemporânea idade um dos maiores problemas de saúde pública mundial é a obesidade. Baseado em dados de uma pesquisa realizada no país, o Ministério da Saúde afirma que a obesidade aumentou em torno de 67,8% entre os anos de 2006 e 2018. A população brasileira tem péssimos hábitos alimentares e sedentarismo fatores que levam a obesidade. Dessa forma, medidas governamentais devem ser tomadas para solucionar esse problema
Podemos observar o crescimento desordenado de obesos no mundo inteiro, por fatores como péssimo hábitos alimentares. Em um estudo aponta que o aumento da taxa de obesidade está ligado a uma maior oferta alimentícia em diversos países. “Há mais disponibilidade e acessibilidade de produtos com densidade energética, juntamente com o marketing intenso de tais alimentos", afirmam no relatório da pesquisa. Devido a grande oferta e a falta de tempo torna-se mais acessível o consumo por alimentos de fast-food, aderindo assim péssimos hábitos alimentares. Segundo pesquisa realizado EAE Business School, apenas o Japão, Estados Unidos e China estão à frente do Brasil, sendo o Brasil o maior consumidor de fast-food na américa do sul. Estes péssimos hábitos alimentares podem acarretar problemas como colesterol alto, diabete, complicações vasculares, entre outros problemas.
Um outro aspecto que deve ser abordado é que estes números tão altos de obesos estão relacionados ao sedentarismo. Atualmente, 78% das crianças brasileiras não atingem o mínimo de exercícios recomendados pela Organização Mundial da Saúde. Devido ao conforto moderno que a tecnologia oferece, aumenta o sedentarismo que é responsável pela morte de 13,2% da população brasileira. A falta de exercício físico ocorre o acumulo de gordura no corpo, caracterizando o sobrepeso e obesidade. Essa falta de exercício físico pode engendrar doenças crônicas, como problemas respiratórios, diabetes, colesterol, atrofia muscular, entre outros problemas.
Em virtude dos fatos mencionados, logo é perceptível que a obesidade acarreta diversas doenças crônicas, e também pode levar a morte. Por conseguintes medidas governamentais devem ser tomadas, por meio de uma possível taxação sobre produtos mais ricos em açúcar, objetivando dificuldade na aquisição destes produtos, com a finalidade de diminuir o seu consumo. A família em parceira com as instituições de ensino poderia promover ações com projetos lúdicos afim de aculturar uma alimentação saudável e práticas físicas.