Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 11/01/2021

Na série “estes somos nós”, que retrata o cotidiano de uma família, em diversos episódios mostram muitos problemas que uma criança pode sofrer com o sobrepeso e carregá-lo até sua vida adulta. Neste caso, a mídia retrata problemas reais que podem acontecer na sociedade. Muitas vezes, os caminhos para combater à obesidade infantil não são levados a sério, mas é preciso, inclusive, adotar medidas como incentivo a saúde física e mental.

Primeiramente, é importante ressaltar que a falta de uma educação alimentar desde os primeiros anos de vida é um fator muito prejudicial. Com o intuito de ter mais facilidade, muitos adultos optam por alimentos ultraprocessados como biscoitos recheados e sucos de caixinha. E as crianças por não possuirem muitos conhecimentos alimentares aceitam e gostam, muitas vezes escravizando o seu paladar. Gerando assim, adultos que acabam rejeitando os alimentos mais naturais. Essa ação prejudica não somente as crianças que a vivenciam, mas também seu futuro. Pois, dados do doutor Drauzio varella, um importante médico na sociedade brasileira, mostra que crianças que chegam aos 6 anos com sobrepeso possuem grandes chances de virarem adultos obesos.

Por outro lado, a falta de incentivo psicológico que as crianças acima do peso recebem podem gerar muitos problemas. Nesse sentindo é muito importante fazer um olhar crítico a sociedade, pois diariamente meninas e meninos acima do peso, podem sofrer bullyng e são bombardeados com padrões de beleza impostos. E, como consequência disso, muitas crianças acabam desenvolvendo problemas psicológicos que mais tarde podem gerar distúrbios alimentares, como por exemplo a compulsão alimentar. Ou seja, crianças acabam se alimentando compulsivamente de coisas não saudáveis devido aos problemas. Dados de uma pesquisa realizada por uma universidade dos Eua, mostraram que o número de crianças com distúrbios alimentares aumentaram em 14%.

Desse modo, é possível concluir que esses desafios urgem por mudanças. Por isso, a OMS, juntamente com as instituições de ensino, poderiam promover palestras de educação alimentar com nutricionistas e profissionais da área para os pais e crianças, e para as escolas que fornecem alimentação, criar um cardápio nutricionalmente bom. E as mídias, juntamente com órgãos da área da saúde e escolas, poderiam conscientizar a população sobre distúrbios alimentarem infantis e sobre repreender as práticas de bullyng. Para que assim, existam adultos e crianças mais conscientes e saudáveis.