Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 01/04/2021
Há algumas décadas o Brasil lutava contra a fome e a subnutrição. Vidas Secas - obra literária de Graciliano Ramos- é um exemplo desse problema. Atualmente, o combate é contra a obesidade, pricipalmente a infantil. Isso ocorre por vários fatores, entre eles a maneira em que o alimento é apresentado na infância e perdura até a vida adulta, levando o indivíduo a desenvolver doenças crônico-degenerativas e o sedentarismo.
A priori, é importante destacar que a obesidade infantil deve ser combatida desde a introdução alimentar- feita a partir do sexto mês de viva- onde os grupos alimentares são apresentados. Outrossim, as desigualdades socias são um grande problema, pois, a maioria da população não possui acesso ao um nutricionista para direcionar as melhores fontes alimentares para os bebês. Por esse motivo o sobrepeso é considerado uma comorbidade multifatorial, resultado de uma complexa combinação de fatores biológicos, comportamentais, socioculturais, ambientais e econômico.
A posteriori, dados do Ministério da Saúde, apontam que uma a cada três crianças de 5 à 9 e 8,4% dos adolescentes são obesos. Assim, a obesidade deve ser vista como problema de saúde pública, visto que é porta de entrada de doenças crônico- degenerativas, como: diabetes, colesterol alto, hipertensão, desvio de coluna, problemas respiratórios, apneia, entre outros. Existe, uma falta de incentivo a atividade física entre as crianças, que por esse motivo crescem doentes e se tornam adultos ainda mais enfermos e por consequência diminui a expectativa de vida.
Por conseguinte, observa-se que o combate à obesidade infantil é um desafio e precisa ser combatido. Em primerio lugar o Ministério da Saúde, deveria criar um programa no Sistema Único de Saúde (SUS), com nutricionistas para acompanharem a introdução alimentar e garantir a nutrição completa das crianças. Em segundo lugar o Minitério da Educação em parceria com as escolas, deveria promover palestras sobre a importância de alinhar uma alimentação balanceada, atividade física e sono regular, a fim de diminuir os números de obesidade infantil e a fim de diminuir o número de doenças crônicas também.