Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 04/08/2021

A obesidade infantil é uma doença da contemporaneidade, e deve ser tratada com seriedade. A causa desse mal é complexa, assim não deve-se procurar culpados, mas sim, é necessário auxiliar as famílias a entenderem a gravidade do problema, propondo mudança de hábitos familiares, desde a infância, para que tenham uma vida adulta saudável.

Primeiro, a infância atual precisa de ajuda para mudar os hábitos que levam as crianças ao sedentarismo e a má alimentação. Conforme aponta o documentário: “Criança, a alma do negócio”, as crianças passam horas na televisão e vídeo game, esquecendo de brincar. Quando isso ocorre, o excesso de mídia produz o desejo de consumo dos produtos ultraprocessados - na qual escravisa o paladar infantil - com poucos nutrientes, muito açúcar, gordura e sal, o que prejudica a saúde da criança.

Segundo, os hábitos familiares influenciam diretamente no estilo de vida dos filhos. Famílias que não possuem rotina de atividade física e alimentam-se mal, tem grande chances de criarem crianças obesas e, por consequência, serão adultos sedentários e doentes. Isso posto, é essencial estimular os pais a mudar os hábitos, reduzir as horas de televisão e jogos, estimulando a prática de exercícios em família, além de consumir mais alimentos saudáveis como: legumes, verduras, grão e frutas, em detrimento dos produtos industrializados, reeducando o paladar. Dessa forma, ocorrerá uma melhora na qualidade de vida dos pequenos, reduzindo o risco de obesidade na infância.

Fica evidente, portanto, que ao mudar os hábitos alimentáres da família os filhos entenderão que uma vida saudável lhe trará, no futuro, qualidade de vida. Então, cabe as famílias serem exemplos durante a mudança, por meio de dedicação de tempo nas refeições e de atividades físicas com os filhos, a fim de enxertar nas crianças bons hábitos. Assim, com o passar do tempo, elas incorporarão práticas benéficas à saúde, tendo um novo estilo de vida, que prermanecerá até a vida adulta.