Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 19/08/2021
A crise de 1929 foi uma forte recessão econômica que aconteceu nos EUA e atingiu todo o capitalismo mundial, marcado pela superprodução e consumismo (dívidas), resultando em desemprego e fome. Após esse período de crise econômica, o país se reestabeleceu e cresceu novamente o consumismo, não só de bens duráveis, como também, de alimentos, acarretando outro problema: a obesidade. Diante disso, a obesidade infantil é um problema hodierno, tendo como principais causas propagandas manipuláveis feitas pelas empresas alimentícias para atingir o público infantil e também a falta de interesse/tempo dos responsáveis das crianças em fazê-las ter uma vida saudável.
Sob essa perspectiva, é oportuno citar que a obesidade infantil afeta cerca de 3,1 milhões de crianças menores de 10 anos no Brasil, dados do site do Governo Federal. Perante o exposto, é possível observar que esses dados só comprovam a falta de educação alimentar na vida dos brasileiros e como as propagandas conseguem convencer tanto os adultos quanto as crianças.
Ademais, a frase do líder sul-africano Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” encaixa-se exatamente na questão da falta de instrução e interesse dos adultos em buscar informações sobre educação alimentar e rotina balanceada, não inserindo hábitos saudáveis na vida das crianças, afetando não só o desempenho escolar , mas também, aumentando o risco de vários agravos, como hipertensão e diabetes.
Torna-se evidente, a criação de aulas de saúde sobre educação alimentar, desde a escola primária até o ensino médio, por meio do Ministério da Educação, a fim de estimular bons hábitos alimentares e a prática de atividades físicas.