Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 13/11/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre os desafios do combate à obesidade infantil, o qual evidencia uma problemática social. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a falta de fiscalização nas redes midiáticas que incentivam o consumo de alimentos ultraprocessados, bem como sobre a falta de debates escolares sobre os riscos da obesidade infantil.

Convém ressaltar, a princípio, que a influência das midias digitais vem favorecendo o aumento do consumo de industrializados que calaboram na obesidade infantil. À luz dessa questão, é coerente citar o sociólogo frances Pierre Bourdieu, o qual discute sobre o poder das mídias influênciarem determinadas ações da sociedade a seguir padrões que o venham controlar. Com isso, diante desse pensamento, a mídia digital está bastante presente na divulgação de alimentos ultraprocessados, o qual é um dos males pra saúde e na obesidade dos infantes, de acordo com a revista Saúde. Desse modo, tal cenário contribui para a familiarizaçõa de alimentos carreadores de males a saúde, sendo dessa forma, a mídia digital uma contribuite para tal realidade.

Outrossim, a falta de debates no meio educacional sobre os assundos relacionados aos perigos da obesidade infantil contribui no agravamento desse cenário. Nessa perspectiva, de acordo com o filósofo romano Séneca, a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Diante desse pensamento exposto, a educação torna-se um fator importantíssimo para guiar as decisões do indivíduo, e com isso, dabetes como os pererigos da obesidade infantil torna-se uma questão essencial na escolas brasileira, uma vez que, cerca quarenta porcento das crianças e adolecentes são consideradas obesas, segundo a Organização Mundial da saúde (OMS).

Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais na resolução dessa problemática. Sabendo disso, urge que o Poder Legislativo, um dos órgãos respnsáveis pela fiscalização pública crie, por meio de verbas governamentais projetos que impeça a propagação compulsiva de alimentos que possam contribuir para a obesidadenas nas mídias digitais, a fim que a sociedade fique pouco familiarizadas com propaganda dos ultraprocessados. Cabe, também, ao Ministério da Educação (MEC), criar, por meio de parcerias com nutricionistas, campanhas de palestras nas escolas brasileiras, com temas voltados sobre os perigos da obesidade infantil, com intuitos que os infantes tenham conhecito de tal problema. Feito isso, cenário como exposto pela (OMS), não será mais uma realidade.

essa realidade prejudica

de acordo com pesquisas realizadas pelo centro de saúde da Universidade de São Paulo (USP), somente seis porcento das escolas brasileiras tem debates todo ano sobre a importância na alimentação. Diante desse cenário, o dever da escol