Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 09/02/2022

Desde o advento da Revolução Industrial, os alimentos industrializados vêm ganhando espaço na mesa do cidadão, sendo alimentos de fácil acesso porém que deturpam a saúde individual. Analogamente, a falta de incentivo familiar com alimentos saudáveis está presente na vida infantil desde a primeira infância e isso inicia uma alimentação adulterada e com ausência de produtos vitalícios, gerando adolescentes que consomem alimentos industrializados frequentemente. Além disso, a ausência de exercícios físicos na vida do jovem contriui para agravar a vivacidade prematura, em que a ausência da prática de exercício contribui para o surgimento de doenças como a obesidade.

Em primeira análise, tangente ao pensamento da escritora Sarah Hale, que profere que nenhuma influência é tão poderosa quanto a de mãe, deve-se ressaltar a importância da iniciativa familiar em uma alimentação infantil saudável. Concomitantemente, o desenvolvimento de hábitos que promovem a vitalidade ainda na infância e instigado pelo incentivo parental garante não somente um adulto jovial e saudável, mas uma família com um bem-estar elevado. Ademais, também pode ser aplicada como a solução da adversidade da obesidade infantil, ao promover atividades que visam  a ingestão de alimentos benéficos por todos os seus integrantes, melhorando a qualidade de vida do pequeno e solucionando enfermidades crônicas sociais.

Sob um segundo olhar, é notório que a alimentação saudável não é o único fator fundamental para o desenvolvimento de uma vivência livre de doenças cardiorrespiratórias e do sobrepeso. Da mesma forma, a prática de atividades físicas é indispensável, porém, na atualidade os jovens passam muito tempo sob a influência de aparelhos eletrônicos e esquecem de realizar atividades corporais que impede o desenvolvimento do sedentarismo. Em suma, o sedentarismo somado a má alimentação, está ligado ao sobrepeso e as diversas doenças crônicas que afetam a criança e o adolescente, tais como diabetes e pressão alta, que são acompanhadas pela obesidade, reduzindo o bem-estar juvenil e aumentando as chances de uma morte prematura.

Por tal prerrogativa, é de incubência do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos em conjunto com o Ministério da Saúde, promover campanhas de incentivo direcionadas aos familiares de crianças, tais esforços estariam promovendo o ensino dos indivíduos para a educação e reeducação alimentar do pequeno, para que esse incentivo atinja toda a família e promova o bem-estar infantil, sendo consoante com o pensamento de Hale. Outrossim, é dever do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Saúde, realizar palestras de incentivo aos esportes e as atividades físicas nas escolas, além de inserir carga horária para a matéria de educação física até o fim do ensino médio.