Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 14/03/2024
“Diante de toda ação há sempre uma reação de igual intensidade”. Essa é a terceira lei de Newton, que basicamente fala que a força é resultado da interação entre os corpos, ou seja, um produz e outro recebe. Nesse sentido, percebe-se que ela representa o desafio de combate à obesidade infantil, tendo em vista que esse problema acontece em virtude da falta de ação efetiva do Poder Estatal para produzir uma reação eficaz. Logo, cabe analisar essa questão, com ênfase em exclusão social e na desqualificação de muitos educadores. .
A princípio, de acordo com o filósofo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Nesse âmbito, tanto a falta de conscientização quanto de empatia são consequências de uma atitude reprovável do Estado para com o fato social, tendo em conta que o Poder Público não impede, de modo eficiente, as condutas indevidas de exclusão social, corroborando para a persistência da não inclusão social deles.
Além disso, nota-se a ineficiência do Governo para conscientizar a população a respeito do imbróglio. Segundo a teoria “Tábula Rasa” de John Locke, o ser humano funciona como uma folha de papel em branco, e é moldado de acordo com suas experiências. Sob esse viés, os cidadãos precisam parar de não dar importância aos individuos que possuem obesidade infantil, visto que verifica-se a falta de preparo profissional, sobretudo pela a ausência de apoio terapêutico e educacional adequado. Como não há essa política pública de forma eficaz, percebe-se outra causa do problema, devendo ser, por conseguinte, intermediada.
Destarte, fica evidente que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Nesse sentido, é dever do Ministério da saúde ajudar nossa nação. Isso será realizado por meio de recomendações, como: criar campanhas; propagandas ; e novelas . Com o intuito de informar a sociedade sobre a existência da obesidade, os seus múltiplos diagnósticos, e a necessidade de apoio social. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do Brasil será intermediado no século XXI.