Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 21/06/2024

A alteridade é o exercício de se colocar no lugar do outro, e o perceber como uma pessoa singular e subjetiva. Desse modo percebe-se que na questão da obesidade infantil falta a aplicação desse conceito por parte dos poderes públicos, o que provoca inúmeros problemas à coletividade. Assim, é imperioso o debate disso, com foco principalmente nos riscos do desenvolvimento de doenças cardíacas e consequências para a vida adulta.

Inicialmente, é importante salientar que a a relação casuística da adversidade se dá pela negligência governamental. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes, dentro da obra “O Leviatã”, afirma que é função do Estado, a partir do Contrato Social, a imposição da ordem e das garantias naturais ao indivíduo. No entanto, esse mesmo ente provoca o aumento na porbabilidade de contrair doenças cardíacas, diabetes e até mesmo o infarto, a partir do momento em que ele não efetiva o direito à educação, lazer, produtos e serviços que respeitem sua peculiar condição de excesso de peso corporal. Com isso, a cidadania é colocada em plano imaginário e o óbice persiste.

Outrossim, torna-se imprescidível referenciar Sêneca, grande filósofo do Império roamano, que uma vez afirmou: “Não estudamos para a vida, mas para a escola.” Todavia, quando se adentra a realidade hodierna, as escolas, uma das principais ferramentas de formação de opinião, quando possuem ambientes alimentares insalubres influenciam na saúde das crianças. Dessa forma, as crianças se tornam audultos desfamiliarizados com uma alimentação saudável.

Destarte, fica evidente que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, devem promover a relevância sobre como a obesidade infantil afeta as crianças e a sociedade, além de concientizarem a importância dos responsáveis de introduzirem uma alimentação saudável, por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de aumentar a qualidade de vida da população infantil. Logo a obesidade infantil será intermediada no século XXI.