Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 14/10/2024
A Constituição Federal de 1988 assegura direitos fundamentais para a democracia e vida digna de seus cidadãos. Entretanto, a obesidade infantil e suas consequências, como a falta de saúde física e mental das crianças, impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito na prática. Isso ocorre por falta de medidas públicas efetivas e pela influência do capitalismo na sociedade.
Em primeiro plano, é imprescindível ressaltar o descaso estatal relacionado ao sedentarismo. Nesse sentido, segundo o G1 os hábitos familiares impactam diretamente na saúde das crianças brasileiras, os pais alegam que por conta do cotidiano cansativo os alimentos congelados e industrializados são mais utilizados, por serem de fácil preparo, porém, possuem altos níveis de calorias e baixos níveis de nutrientes, aumentando assim o nível de gordura corporal, podendo desenvolver sobrepeso e obesidade precoce. Nesse contexto, o papel do família é crucial para analisar a saúde atual das crianças. Porém, essa não é a realidade no Brasil, pois a saúde alimentar é deixada de lado, podendo ocasiona em doenças físicas que afeta o dia a dia, que pode se perpetuar até a fase adulta.
Ademais, a desconsideração da população pela ocorre também por conta da influência do capitalismo na sociedade, pois o século XXI está voltado para o acúmulo de bens materiais e o consumo. Nesse contexto, as grandes empresas que fornecem produtos iperpalataveis, como por exemplo, chocolate, bebidas gaseificadas e comidas congeladas, impossibilitando assim a saúde social em prol do capital. Diante disso, segundo as perspectiva marxista, isso prioriza interesses individuais em detrimento do bem comum, prejudicando a capacidade da sociedade de pensar no próximo. Assim, o capitalismo coloca em risco o bem - estar social e a saúde física das crianças brasileiras.
Portanto, medidas são necessários para combater esse impasse. Cabe ao Estado realizar companhas de conscientização, através de palestras em escolas públicas e privadas com especialistas voluntários sobre a importância da reeducação alimentar na infância, por meio de um projeto de Lei entregue à Câmara dos Deputados, a fim de conscientizar a população sobre as doenças que são causadas por conta do sedentarismo. Deste modo, viveremos em uma sociedade saudável.