Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 02/04/2018

A praticidade virou um ponto essencial para a maioria dos adultos, seja em seu dia a dia ou  em sua alimentação. Tal hábito atinge também as crianças e adolescentes que são cativados com  comidas de fácil acesso e nem sempre nutritivas. Observa-se que  a nova geração esta cada vez mais exposta a uma obesidade  precoce, a doenças crônico-degenerativas e transtornos alimentares.

No Brasil, muitos pais acham até saudável  uma criança mais gordinha, entretendo até 2025, 11,3 milhões de crianças serão obesas. Atualmente uma a cada três crianças estão acima do peso e 8,4% dos adolescentes são obesos. O que assusta mais é a falta de informação sobre os alimentos ingeridos em escolas, casa de colegas e até mesmo no cardápio de casa.

Outro aspecto preocupante é a estimativa de vida que está comprometida, a obesidade precoce é associada a varias doenças. Tal como  doenças cardiovasculares, diabetes, cirrose, câncer de cólon, de reto e de mama. Contando também com distúrbios alimentares e psicológicos assim como bulimia, anorexia, depressão e ansiedade.

Nos últimos anos as taxas alarmantes da obesidade infantil  vem  despertando preocupação da Organização Mundial de Saúde e profissionais. Evidência-se, portanto, significativas dificuldades no controle e assimilação de que a obesidade é uma doença multifatorial. A fim de conscientizar a população de um todo, políticas midiáticas deve ser tomadas não apenas em épocas específicas, mas o ano todo. Por meio de Programas em TV aberta, comerciais e cartilhas nas escolas. Assim como a implantação de especialistas como nutricionistas em escolas. Por meio de uma alfabetização do paladar das crianças, pediatras também poderiam fazer uma ponte entre as Mães e nutricionais nos primeiros anos.  Aumentando assim as oportunidades de uma baixa nas taxas, ajudando também  prevenção de doenças e transtornos alimentares.