Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 30/03/2018

No documentário brasileiro Muito além do peso, mostrou a ficha médica de crianças com 7 anos que estão obesas, seus dados pareciam de pessoas na meia-idade e bastante sedentárias. Dessa forma, compreende-se que não há desafios do combate  à obesidade infantil, porque, na grande maioria, não há um controle alimentício para com as crianças, além da questão genética, que muitas vezes os pais passam para os filhos o gene da obesidade. Logo, esses problemas devem ser resolvidos.

Em primeira instância, muitas crianças ficam propícias a má alimentação, pois não há o devido controle pelos pais. De acordo com a nutricionista Gabriela Kapim, crianças adotadas por pais obesos também adquirem o problema com o passar dos anos pela falta de uma alimentação saudável. Desse modo, percebe-se que se trata de um ambiente sem regras alimentares, onde os paus não têm noção que determinados alimentos são prejudiciais no desenvolvimento infantil.

Em segunda instância, muitas crianças não estão acima do peso apenas por fatores patogênicos externos, mas sim pelos fatores internos, porque há um gene da obesidade passado de pai para filho. Segundo um estudo publicado na revista Nature Genetics, identificou dois novos genes envolvidos diretamente no risco de obesidade infantil. Com base nisso, compreende-se que a questão genética, geralmente, não é tratada de forma correta, pelo fato de muitas vezes os responsáveis não procurarem ajuda médica adequada.

Destarte, deve haver o controle na alimentação das crianças. Para tanto, os responsáveis precisam estabelecer uma rotina alimentar, com dietas saudáveis recomendada por nutricionista, além de os pais darem exemplos na alimentação, com saladas de frutas e com verduras, para que assim as crianças possam seguir o exemplo desde pequenas, a fim de a vida alimentar ser mais saudável diminuindo os casos de doenças geradas pela obesidade. Ademais, o fator genético necessita ser tratado. Para isso, os pais devem levar seus filhos para os médicos especialistas. Assim, diminuirão os desafios do combate à obesidade infantil.