Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 30/03/2018
A obesidade, além do acúmulo de gordura em excesso, é um problema de saúde grave que causa diversos empecilhos como doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes. Nota-se um grande crescimento dessa complicação principalmente em crianças e adolescentes, o que pode tornar-se problema futuro ante adultos obesos, revelando que é imprescindível combatê-la, responsável muitas vezes a má alimentação e o uso recorrente de tecnologias.
A priori, consegue-se perceber uma alimentação cada vez menos balanceada entre os jovens. É capaz de se compreender através de estudos, feitos pela Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, que entre 1999 e 2009 houve o aumento de 11,7 % no consumo alimentício de processados. Dessa forma, concluísse que pais estão optando mais por elementos não tão saudáveis, mas práticos e de baixo custo, como alimentos industrializados. Esses itens comestíveis possuem altas taxas de gorduras e sódio, baixo valor nutricional, além de consumidos em grande quantidade estimulam um neurotransmissor relacionado ao prazer, fatores que os tornam nocivos a saúde
Outrossim, é a sedentarização motivada pela prática habitual dos meios de tecnologia, tal como celulares, tablets e televisões. Com os avanços atuais, o uso desses instrumentos torna-se maior a cada dia, sendo levados como preferência, em virtude de não precisarem da movimentação, perante brincadeiras e exercícios ao ar livre por muitos da faixa etária infantil. Diante dessa recorrência, jovens não movimentando-se, não há gasto de energia, ocasionando o aumento do peso.
A partir dessa problemática, é necessário que o seu combate tenha maior notoriedade, com atenção especial às crianças que poderão tornar-se um futuro contratempo para a saúde pública, se não melhorarem o estilo de vida. Assim é preciso que o Ministério da Saúde proponha campanhas recorrentes, esclarecedoras sobre uma alimentação mais saudável e sobre o uso contínuo de celulares e outras tecnologias, juntamente com nutricionistas, médicos e psicólogos, mostrando o desfavorecimento de industrializados, com uma explicação das características, além de educadores físicos ensinando exercícios fáceis, lúdicos e que podem tornar o dia a dia uma vivência adequada.