Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 01/04/2018
Desde a Revolução Industrial no século XVIII, o mundo passou a priorizar o estilo de vida consumista e não teve nenhuma preocupação com a saúde, favorecendo para o grande mal do século XXI: a obesidade infantil no Brasil. Perante a isso, esse panorama suscita dois dilemas: a falta de esportes no ambiente escolar, e a precariedade de serviços públicos em não investir na segurança e nos equipamentos de exercitação.
Em primeira análise, a falta de esportes na grade curricular muitas escolas do Brasil trazem um desamparo de muitas crianças e jovens que podem não levar uma rotina familiar saudável. Desse jeito, contribui para um quadro de obesidade infantil, que segundo a OMS( Organização Mundial da Saúde) estima-se que cerca de 20% dos jovens brasileiros estão obesos, e consequentemente estes acarretam doenças como: hipertensão arterial e diabetes, que muitas vezes a taxa de glicose pode ficar acima de 250 mg/dl(hiperglicemia), no qual promove na diminuição da expectativa de vida juvenil. Por outro lado, as atividades físicas ajudam a controlar o peso corporal e deixa a vida sexual mais ativa, em que reduz o risco de adquirir problemas cardiorrespiratórios e previne a osteoporose.
Ademais, a vida cotidiana nos centros urbanos e a evolução dos meios de transportes, além de induzir as crianças a gastarem menos energia, geralmente impõe grandes dificuldades para elas encontrarem locais disponíveis para prática das atividades físicas. Segundo o físico Newton, o corpo tende a continuar em repouso devido à inércia exercida sobre ele , ou seja para sair da mesma, polos e praças públicas que dispõem de campos de futebol e academias abertas podem trazer uma inclusão educativa infantil. Todavia, a falta de segurança pública e investimentos para manutenção dos equipamentos pode torna-se obstáculos na realização das atividades.
Nessa perspectiva, portanto, deve ser criadas medidas paliativas para o combate a obesidade infantil. Para atenuar o problema, é preciso que o Estado, em parceria com o Ministério da Educação, deve incluir nas grades de ensino básico uma diversidade de esportes para a a escolha do aluno, auxiliando na inclusão e apreciação pela prática da exercitação, além de promover construções de equipamentos acadêmicos qualificados, através dos impostos da população. Além disso, o governo deve favorecer concursos públicos para a segurança municipal, com intuito de aumentar a quantidade de profissionais e disponibilizá-los a monitorar e cuidar das pessoas.