Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 31/03/2018
Obesidade infantil
Segundo Platão, “O importante não é viver, mas viver bem”. A qualidade de vida é tão visada que chega a ultrapassar a própria existência em importância. Entretanto, no Brasil essa não é uma realidade observada no âmbito da sociedade, é preciso perceber que a elevação da obesidade tem relação direta com a má alimentação. Na média, alimentos mais saudáveis costumam ser mais caros basta comparar os preços de produtos orgânicos ou dietéticos aos de guloseimas e refrigerantes.
Parafraseando Paulo Freire, “Se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Por conseguinte, é de extrema importância que a questão da obesidade infantil esteja inserida na formação educacional e familiar, contudo, essa não é a prática vivenciada no país, o que dificulta a aproximação da realidade em questão.
Ademais, a situação se agrava tendo em vista o contexto atual enfrentado pela sociedade em questão como impulsionador do problema. Por outro lado, é preciso mudar esse comportamento, que vem gerando diversos tipos de doenças, como Síndrome metabólicas, logo “O ser humano é aquilo que a educação faz dele.” Immanuel Kant. Portanto, a formação escolar tem um papel primordial na reeducação alimentar, promovendo palestras e reuniões com os familiares, com o intuito de mostrar o seu papel nessa prevenção.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, o governo federal, juntamente com os órgãos educacionais, deve elaborar projetos voltados para a restruturação social promovendo uma reflexão histórica. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam uma sociedade. Logo, o Ministério da Educação (MEC) deve instituir, nas escolas, palestras ministradas por profissionais de saúde alimentar, que discutam a prevenção e/ou combate à obesidade infantil no país.