Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 02/04/2018
Desde a revolução Neolítica o homem tornou-se mais sedentário, pois abandona a vida nômade e controla a agricultura para suprir suas necessidades.O advento de máquinas e indústrias agravam tal acontecimento,que por sua vez conduz o homem à estática inércia gerando malefícios à saúde.A obesidade tem sido uma das maiores causas do surgimento de doenças crônica-degenerativas, seja pela sedentarização ou pelo aumento do poder aquisitivo, que é agravado quando acomete uma criança.Para tal fato não ser ampliado,pontos nevrálgicos necessitam de abordagens,identificar os desafios enfrentados no combate a tal problemática,como:a mídia em seu papel coercitivo, as instituições de ensino e a modificação de empresas privadas, no que tange o hábito alimentar.
A priori, com a ascensão da mulher no mercado de trabalho, as famílias têm recorrido a alimentos industrializados com altas taxas calóricas, e a criança dessa parentela torna-se vítima principal.Com a ausência dos pais no dia a dia, as mudanças hormonais e a ansiedade interferem na alimentação, e os juniores chegam até substituir uma refeição por um pacote de ‘‘Cheetos’’.Além da péssima qualidade nutricional, tais mantimentos são causadores da obesidade, que na idade das crianças é de alto risco, tanto para o desenvolvimento de doenças crônicas como para a má formação corporal.O ensinamento portanto, de pais para melhor informação nutricional cabe ao poder governamental.
Outrossim,as empresas privadas de alimentação, preocupadas somente com o lucro e o público alvo, utilizam a mídia para disseminar seu comércio, tendo como objetivo, atingir as crianças que estão em seu estado inicial de formação consciente.Os veículos midiáticos ao consentirem com essas propalações, incita os menores à consumir cada vez mais produtos de má qualidade,conduzindo á corpulência excessiva, e pondo as crianças em risco de uma expectativa de vida menor que a dos pais.A ética e preocupação com o futuro dessa geração, precisam portanto permear às redes de mídia.
Em síntese,torna-se necessário diretrizes para minimizar ou até exterminar tal contexto problemático.O Ministério da Educação poderia propor palestras nas escolas direcionada aos parentes dos alunos,sobre como ensinar as crianças a comer de forma saudável, tendo o auxílio de nutricionistas e professores, a fim de habilitar a parentela para construir a saúde ideal para um infante. Os veículos midiáticos por sua vez, teriam que analisar a qualidade dos alimentos que propagam nos meios de comunicação, recusando-se a propagar aqueles que impulsionam as crianças ao consumo desenfreado de refeições prejudiciais, que podem gerar a obesidade, com o fito de estimular as empresas privadas de alimentação a produzir alimentos saudáveis e de menor influência.Assim, poder-se-á concretizar a axiomática alimentação adequada destinada aos juniores.