Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 02/04/2018
No seriado “Chaves”, uma das personagens coadjuvantes, Ñoño, sofre de uma questão presenciada em grande intensidade pela nova geração brasileira: o excesso de peso.
Na ficção citada, a figura é a única criança representada enfrentando tal dilema. Com base nos dados da OMS, porém, é possível concluir-se que se o tema fosse abordado segundo a realidade atual nacional, -levando-se em consideração a existência de dez intérpretes infantis na série-, tal quantidade aumentaria para de três a quatro casos da doença. Ora, analisando-se as consequências desse dilema para a saúde dos pequenos, os mesmos três estariam propensos, entre outros, a complicações cardiovasculares, diabetes e, consequentemente, morte precoce; comprovando o seu caráter degenerativo.
Porém, apesar de tais conhecimentos a respeito do assunto, certos fatores e hábitos contribuem para a persistência desse mal na sociedade. Com base no pensamento confuciano de que é necessário “estudar-se o passado para para prever o futuro”, observa-se hoje o fruto da ignorância acerca de uma dieta infantil saudável no pretérito, que se exemplifica no antigo pensamento popular de que “criança cheinha é criança saudável”. O mesmo, unido à falta de exercícios provocados pelo excesso de horas gastas em frente a aparelhos eletrônicos, -derivados, muitas vezes, da falta de locais seguros e confiáveis para a prática de tais atividades-, tornam-se os principais agentes percussores do problema.
Para a superação dos desafios no combate à obesidade infantil, portanto, torna-se necessário que Secretarias Municipais de Educação possibilitem uma reeducação para os alunos no períodos intraclasse