Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 02/04/2018
Na música “Eu quero é mais” de Sandy e Junior, é possível observar o tipo de alimentação que grande parte das crianças brasileiras possuem atualmente. Desse modo, é factível a compreensão das estatísticas alarmantes de casos de obesidade infantil no país. Nesse contexto, há dois fatores que não devem ser negligenciados, como a má educação alimentar promovida pelos pais e a inadvertência em relação aos exercícios físicos.
Em primeira análise, cabe pontuar que o cotidiano dos pais possui grande influência na alimentação dos filhos. A rotina corrida faz com que muitos responsáveis optem por comidas rápidas, fato que acaba gerando um hábito alimentar errôneo nas crianças e as deixando vulneráveis à doenças, como a obesidade. Dessa forma, vê-se que o cuidado dos pais para com a alimentação dos filhos, se faz necessário.
Ademais, convém frisar que o avanço da tecnologia tem tomado o espaço das atividades físicas na vida das crianças. Diante disso, a falta de movimentação gera o sedentarismo e consequentemente o aumento de peso. Uma prova disso está no estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Virgínia, nos EUA, no qual, indica que crianças que assistem TV durante uma ou duas horas correm um risco 47% maior de serem obesas, em relação as que passam menos tempo em frente ao aparelho.
Portanto, é primordial que se tome medidas para atenuar a problemática. É imprescindível que os responsáveis por menores procurem profissionais de nutrição, para receber auxílio na alimentação de toda família e principalmente na das crianças, que carecem de uma atenção especial devido ao seu desenvolvimento. Além disso, as escolas devem promover palestras e campanhas sobre a importância da educação física e da ingestão de comidas saudáveis, tanto para os pais, como para seus dependentes. Logo, poder-se-à afirmar que a infância brasileira usufruir de uma alimentação saudável e sem exageros.