Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 02/04/2018

Nutrir-se, de acordo com a biologia, é o processo de assimilação de nutrientes, utilizando -se dos alimentos para a realização de suas funções vitais. Além do suprimento energético em questão, o ato de alimentar-se vai além de uma simples necessidade de sobrevivência, sendo extremamente prazeroso e portanto, cabível de vários excessos com graves consequências principalmente no período infantojuvenil.

Ainda nesse contexto, apenas as causas orgânicas não são preenchem as lacunas no diagnóstico das compulsões alimentares. As disfunções hormonais (como por exemplo, o aumento dos níves de serotonina - hormônio do prazer - causado pela ingestão de doces) pondera e denota em uma grande necessidade desses seres a consumir açúcar, alimento com alto potencial para ganho de peso.

Além disso, potencialmente, este ganho de peso pode se tornar uma depressão que é gerada em um ciclo vicioso, pois estudos afirmam que o açúcar, como também os alimentos “gordurosos” estimulam a serotonina e a dopamina, respectivamente, dando uma sensação de “bem estar” momentânea causada pelo próprio neurotransmissor. Em tese, todas as vezes que a criança sentir-se deprimida ou ansioso, irá procurar nos açúcares o seu bem estar.

Portanto, é necessário uma visão mais ampla da problemática em relação a obesidade infantil. Investir em assistência medica integrativa, visando estimular a socialização para um bem estar pessoal não ligado a comida não é só necessário como também essencial. Por meio do Governo Federal, junto com o Ministério da Saúde, deve-se investir em programas que levem nutrólogos (caso necessitem de medicamentos para regulagem dos neurotransimssores responsáveis pela fome), nutricionistas, psicológos,  e educadores físicos para a escola,  afim de orientarem os profissionais do ambiente escolar, como também promoverem uma ação mensal nas escolas, para avaliação física e mental, afim de melhorar o bem-estar e combater a obesidade regularmente.