Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 02/04/2018
É notório que o combate à obesidade infantil é um assunto atual e de extrema relevância. Crianças e adolescentes estão desenvolvendo hábitos alimentares cada vez piores, bem como levando vidas sedentárias. A combinação de tais fatores reflete de forma negativa na saúde, sendo mais e mais comum a ocorrência de sobrepeso e obesidade infantil. Dentre algumas possibilidades de ações visando minimizar esse problema, destacam-se: criação de lei para o acompanhamento nutricional obrigatório nas escolas e o incentivo à prática regular de esportes.
Sabe-se que as famílias têm cada vez menos tempo, pois ambos os pais, geralmente, trabalham fora de casa. Com isso, a alimentação de todos é prejudicada, pois se consome muitos alimentos prontos que, por serem ultraprocessados, são péssimos para o organismo. A criação de uma lei tornando obrigatória a presença nas escolas de nutricionistas que fizessem o acompanhamento mensal da saúde, peso e alimentação dos alunos poderia trazer bons resultados e, em consultas com a presença de pelo menos um dos responsáveis, haveria a orientação de como melhorar os hábitos alimentares não apenas da criança, mas também da família.
Além de uma alimentação mais saudável, a prática de exercícios regulares é um importante auxiliar no controle da obesidade infantil. Portanto, conceder mais horas/aula de Educação Física desde os primeiros anos escolares, em locais apropriados e com variedade de modalidades - vôlei, natação, basquete - ajudaria a criar o hábito de se exercitar, aumentado as chances daquela criança se tornar um adulto mais ativo.
Conclui-se, diante do exposto, que, embora a obesidade infantil não seja um problema de fácil solução, há sim práticas que podem ser implementadas e que têm o condão de trazer benefícios à saúde das crianças. Porém, é preciso que haja união entre os pais, a escola, a sociedade e o Estado nessa luta, além de ter em mente que uma criança saudável física e mentalmente tem mais chances de desfrutar uma infância melhor e mais feliz, o que refletirá na sua qualidade de vida atual e futura. Os pais, escola, sociedade e Estado têm sua parcela de responsabilidade