Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 04/04/2018

É notório a necessidade de mudanças na alimentação da população, sobretudo, do público infantil. A obesidade se tornou presente junto ao avanço do capitalismo, onde se é visto multinacionais de fast food em todo o mundo. Diante disso, com a falta de exercícios, má alimentação, dentre outros descasos, acarreta-se problemas, tais como, as doenças de longa duração.

Primeiramente, é importante ressaltar que as crianças que estão acima do peso precisam de atenção redobrada dos pais e responsáveis. Então os seus progenitores, desde cedo, necessitam aplicar à reeducação alimentar, evitando que se desenvolva doenças como diabetes, cardiovasculares ou, em casos mais sérios, o câncer. Além dos problemas de saúde é, em suma, a conscientização de que essas crianças estejam sujeitas à preconceitos em ambientes escolares, como, também, uma baixa expectativa de vida.

Ademais, os problemas genéticos podem ser evitados durante o período de gestação com dietas para a mãe e o feto. Após o nascimento, é imprescindível que os pais busquem um profissional para que acompanhe a alimentação do bebê, impedindo que a obesidade não cresça junto com a criança. No século XXI, é bastante visto a presença de crianças sedentárias, que não fazem exercícios físicos e, até mesmo, que não praticam mais brincadeiras de ruas, usando só os jogos tecnológicos durante à infância e, por isso, se tornam vulneráveis à obesidade.

Por tudo, para se evitar problemas de saúde graves, os pais precisam se impor perante aos filhos com a sua alimentação e nos exercícios. Para isso, é imprescindível que as escolas, o Ministério da Saúde, os pais e responsáveis, estejam atentos às crianças, dispondo-se à atenção, os cuidados e as restrições alimentares, junto com as campanhas através das mídias veiculadas e da mudança de alimentos nas escolas, tornando-se mais saudáveis para aqueles que serão o futuro do país.