Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 06/04/2018

Nos séculos primordiais, a sociedade classificava relativamente integrantes de seu grupo, as quais apresentassem características físicas diferenciadas, eram vistas como saudáveis e que potencialmente viveriam mais, como por exemplo curvas mais acentuadas, às mais “cheias”, como sinal de que, principalmente as mulheres, apresentassem maior chances para uma boa procriação.Já nos séculos atuais em que vivemos, com o crescente número de casos de obesidades que costumamos relatar no nosso dia a dia, percebemos que a população tende cada vez mais à obesidade, principalmente na fase infantil.

É de fato, como os grandes pilares da alimentação mudaram de posição, a pirâmide alimentar é dificilmente regrada com tantas delícias que a culinária propõe á nós atualmente, principalmente as mais “gordurosas”, é real, nosso paladar busca alimentos que apresentem mais fontes de energia, por conta da nossa evolução, a qual nossos antepassados necessitavam dessa fonte para sobreviver.Assim acabam que ás crianças de nossa sociedade, com essa grande onda de “fast food”, optem mais, tanto ao paladar e aos pais, ao tão pouco tempo, esses alimentos rápidos e nada saudáveis.

Com essa rotina corrida, é comum que muitos pais acabam não dando importância à alimentação correta, tanto das crianças quanto dos pré adolescentes e adolescentes, e até mesmo durante a gestação, a qual a mãe deveria se regrar muito para fornecer a nutrição correta para o feto, pois muitos casos de obesidade infantil se devem desde a gestação, a qual pode ser desenvolvida.E não somente a obesidade acaba afetando a saúde física, mas também à mental e social das crianças, que acabam tendo distrofia corporal e até mesmo depressão, prejudicando o aprendizado escolar e a interação social.Portanto é preciso maior incentivo nas escolas à alimentação saudável, tantos nas instituições públicas  e privadas, e aos profissionais da saúde á informarem à população sobre os perigos que obesidade pode causar às crianças e adolescentes, e o grande incentivo a boa alimentação, pois criança “gordinha” não significa criança saudável.