Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 07/04/2018
No Brasil, um em cada cinco brasileiros enfrenta a obesidade, a Organização Nacional da saúde(OMS) já considera a obesidade como um dos maiores problemas de saúde a serem enfrentados. Dentre essa parcela populacional, crianças , cujo os hábitos alimentares revelam-se altamente prejudicados pela industrialização e mudanças nos hábitos da sociedade brasileira passam a figurar o problema da obesidade infantil e os desafios para o seu combate.
Desde muito tempo o homem busca aumentar a produção de alimentos para satisfazer a necessidade da crescente população, com a industrialização esse interesse ganha proporções muito maiores moldados também pelos desejos criados pela mídia. Crianças e jovens, são bombardeados diariamente com propaganda de novos alimentos criados pela indústria para agradar o paladar dos filhos e satisfazer a exigência de praticidade dos pais. Mas em muitos casos tais produtos industrializados não dão prioridade aos valores nutricionais e a longo prazo podem prejudicar a saúde infantil.
Além disso, nos últimos anos houveram grandes mudanças nos hábitos da sociedade brasileira, com a globalização as mulheres passaram a integrar o mercado de trabalho e em consequência de tal mudança estrutural as famílias passaram a buscar alimentos que não exigissem tanto tempo de preparo e que tivessem um maior tempo de validade. Assim, biscoitos açucarados, refrigerante e fast-foods passaram a fazer parte da rotina das crianças o que contribui para a obesidade infantil.
Analisando os fatos expostos, percebe-se grandes desafios a serem resolvidos para o combate da obesidade infantil no Brasil.Uma forma de proporcionar essa mudança é através do investimento do governo em programas nutricionais que com o cadastramento de crianças, promovam um acompanhamento mais individualizado com nutricionistas públicas. Somado a isso, as escolas devem ampliar a formação consciente dos jovens em relação a alimentação partindo da criação e distribuição de cartilhas com informações alimentares e também de intervenções e alterações nas próprias cantinas e refeitórios escolares. Ao realizar mudanças nessa área, o estado está na verdade melhorando a qualidade de vida da população a longo prazo.