Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 08/04/2018
Na década de 200, onde já existiam tecnologias mas eram encarecidas e de pouco acesso a todos, crianças entre 4 a 13 anos tendiam a passar bastante tempo na rua se divertindo de diversas brincadeiras que carregava consigo um grau de exercícios físicos e ao mesmo tempo com um tom lúdico. Com o passar do tempo celulares, computadores, smartv’s, redes de internet cabeadas e em modelo wifi transformaram o cenário 2000, trazendo as problemáticas sedentarismo, alienação a consumismo de comidas “saborosas” e uma falta de controle dois pais sobre seus filhos que esses meios e o desleixo ocasionou.
Em primeiro lugar, é necessário analisar que brincadeiras que exercitavam o corpo foram digitalizadas e o exercício do corpo foi substituído pelo movimento de polegares em controles tecnológicos. Diminuindo a vida ativa. Em segundo lugar propagandas de fast-food como o Mc Donalds e seu projeto “Mc lanche feliz” onde usavam de propagandas para atrair crianças a direcionar-se a uma filial para obter lanche de altos valores calóricos e posteriormente ganhariam um brinquedo de alta popularidade entre as crianças.
Por outro lado, não só tecnologias, mas a falta de uma educação alimentar no ambiente familiar tem um papel extremamente significativo. Na falta destes as crianças tendem a se auto educar e para mudar seus hábitos alimentares depois que apresentarem algum tipo de doença que precise de cortes alimentares, ocorrerá de forma árdua por conta dos antigos costumes de consumo onde optam por alimentos mais saborosos do que nutritivo e saudável.
No entanto, as medidas primordiais a serem tomadas é uma postura rígida dos pais em toda a infância ensinando saudáveis hábitos alimentares a seus pequenos e mostrando os efeitos negativos que os alimentos atraentes trazem. Atrelado a uma ajuda escolar, em servir merendas nutritivas e intensificar as aulas práticas de educação física, estimulando-os não só nos hábitos alimentares, mas também no bem estar físico.