Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 12/04/2018

Atualmente, não raro, observa-se através das mídias, televisivas ou sociais, que o Brasil vem enfrentando diversos problemas relacionados aos desafios do combate à obesidade infantil. São fatores que contribuem para essa problemática à falta de orientação para as mães no período gestacional, bem como, à ausência de exercícios físicos aliada à uma boa alimentação, são regras fundamentais para todas as crianças.

Segundo o Doutor Drauzio Varella, mães que aumentam seu peso na gravidez, tem 80% de chance de ter filhos com sobrepeso e que pode desencadear diabetes gestacional o que prejudica a maturidade do feto. Além disso, essas mães estão sujeitas a dificuldades perinatais e ao risco de desenvolver outras doenças no futuro. Vale também ressaltar que, crianças assim geradas, teoricamente, correm maior risco de tornarem-se obesas mais tarde. No primeiro ano de vida, as células que acumulam gorduram não se multiplicam, mas somente crescem para armazenar energia que a criança vai usar aos dois anos quando precisar andar e se movimentar.

Outrossim, as crianças devem gastar essa energia acumulada até os seis anos de idade, correndo, brincando ou praticando esportes. Dietas cheias de fast food, salgadinhos, doces em geral e a rotina de ficar o dia inteiro em frente à televisão ou jogando vídeo game, são os principais causadores da epidemia de obesidade infantil. O colesterol alto, diabetes e problemas nas articulações, podem afetar as crianças obesas, que sofrem muito com o bullying na escola, provocando distúrbios psicológicos com duração de anos.

Desse modo, é necessário que a prefeitura em parceria com nutricionistas façam campanhas durante o período gestacional, mostrando o papel de uma boa alimentação para que a mãe num futuro próximo possa ter uma criança mais saudável e, as escolas incentivem os alunos a praticarem atividade física com as aulas de educação física, para que as crianças possam se mexer e assim evitarem problemas amanhã.