Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 13/04/2018
Com a Terceira Revolução Industrial nota-se a inserção de novas tecnologias mais rápidas e dinâmicas, que modificaram o modo de vida das comunidades. Diante desse fato, observa- se que o ato de brincar ao ar livre ou de praticar atividade física são minguados, pois as crianças preferem preencher seus tempos assistindo televisão ou jogando videogame.Esta falta de movimento causa o sedentarismo que contribui para o aumento de peso desses pequenos que traz consequências tanto físicas quanto psicológicas e emocionais. Em virtude disso, é imprescindível solucionar esta querela com urgência.
É importante pontuar , de início, que a obesidade infantil acontece quando o peso corporal está 15% acima do peso médio correspondente para a idade. Esta condição está relacionada aos hábitos alimentares , atividades físicas e fatores biológicos que favorece problemas sociais e emocionais e graves de saúde. De acordo com a Organização Pan- Americana de Saúde, cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem com a obesidade e 8 em cada 10 adolescentes continuam obesos na fase adulta. Dessa forma, é preciso resolver esta problemática para que se possa construir uma sociedade com crianças e jovens mais saudáveis e ativos.
Outrossim, a propaganda é principal arma das grandes empresas do gênero alimentício como Pepsico, Nestlé e Coca- Cola. Ela é disseminada em todos os meios de comunicação ,sua ampla visibilidade-já que o mundo se tornou uma aldeia global- possibilita expor o produto nos mais diversos mercados.Contudo, nota- se que os anúncios estão cada vez mais apelativos e acabam por induzir a comunidade ,principalmente as crianças que são indivíduos facilmente manipuláveis - à adquirirem um determinado produto. Devido a isso ,é evidente que medidas são necessárias para combater está temática pois segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde), a obesidade é um dos problemas de saúde pública mais grave do século XXI, principalmente em países em desenvolvimento.
Portanto, é imprescindível solucionar esta querela com urgência. O Estado precisa disponibilizar uma maior parcela das verbas públicas para o Ministério da Saúde e este por sua vez deve intensificar os encontros para o Enfrentamento da Obesidade Infantil e juntamente com o Ministério da Educação devem disponibilizar nas escolas alimentos mais saudáveis e nutritivos. A escola juntamente com a comunidade devem realizar campanhas e gincanas que conscientizem tantos os alunos quanto os pais sobre as consequências da obesidade que vão desde diabetes e hipertensão à depressão. É necessário, também, que o Governo entre em acordo com as empresas sobre suas estratégias de vendas, como por exemplo as embalagens e a distribuição de brindes colecionáveis junto com a refeição. Assim, será possível combater a obesidade infantil.