Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 15/04/2018

Em meados do século XIX, durante a Segunda Guerra Mundial, inúmeros judeus, ciganos, negros e homossexuais foram vítimas de grave violência e desnutrição, graças a “superioridade da raça ariana”. Nesse sentido, a obesidade infantil no Brasil cresceu silenciosamente, mostrando-se nociva à  população. Entretanto, atualmente, observa-se que esse aumento nos últimos anos coloca em perigo a  saúde das crianças.

Em primeiro lugar, é notória a dificuldade no homem em consumir somente alimentos saudáveis, ainda mais vivendo em um mundo onde as pessoas são diariamente bombardeadas pela mídia, com imagens de comidas saborosas e calóricas. De acordo com o Ministério da Saúde, uma em cada três crianças no Brasil, atingem a obesidade infantil. No século XX, os menores de 10 anos ocupavam horas do seu dia brincando, porém, hoje, a criança preenche seu tempo em frente as telas dos celulares e televisores. Desse modo, nota-se que um dos fatores pertinentes do aumento de peso, é o avanço tecnológico.

Em segundo lugar, é importante ressaltar que o Brasil está em quarto lugar entre os países que apresentam o maior número de obesos no mundo. Segundo a Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS), o excesso de peso infantil acarreta inúmeras consequências aos pequenos mirins, entre elas, estão o bullying na escola, diminuição na auto-estima e até mesmo a depressão precoce. Diante disso, percebe-se que uma mudança no hábito alimentar é extremamente necessária para atingir a vida adulta saudável.

Portanto, a obesidade infantil prejudica o desenvolvimento físico e mental das crianças. Torna-se imperativo que o Estado, na figura do Poder Legislativo, desenvolva campanhas educativas, com o objetivo de ensinar os pais a como controlar a alimentação dos seus filhos. Ademais, urge que a mídia, por meio de novelas e seriados, transmita e propague reflexos dos maus hábitos alimentares, com o propósito de provocar soluções para o problema abordado.