Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 18/12/2020

De acordo com escritora Hanna Arend “a essência dos direiros humanos é o direito a ter direitos”. No entanto, nota-se que essa premissa não se faz valer no Brasil hodierno, visto que muitas pessoas são privadas do direito de terem o pleno acesso á educação, o que gera grandes desafios para o processo de alfabetização no país. Dessa forma, é preciso debater que  esse caótico cénario espelha escolas arcaicas, bem como o descaso do Governo.

Em primeiro plano, os métodos de ensino são arcaicos. Sob esse víes, o educador José Pacheco afirma que as escola são do século XIX, os professores do século XX e os alunos do século XXI. Nesse sentido, percebe-se que os desafios para o processo de alfabetização esbarra na falta de identificação do jovens com a escola, dado que os processos educacionais, por apresentarem uma linguagem antiquada, não atraem grande parte dos alunos. Por consequência, muitos acabam perdendo o interrese pelas aulas e até mesmo abandonando os estudos.

Em paralelo, outro grande desafio é a falta de interrese do Estado. Sob essa perspctiva, a ONU afirma que todo o país que não dá a devida importância a educação comete crimes contra a humanidade que ultrajam a consciência humana. A respeito disso, é preceptivel que o Brasil falha ao não tratar da alfabetização como questão prioritaria do Governo,pois, em 2017, o país continham 11,5 milhões de analfabtos, de acordo com a Pesquisa Nascional de Amostra a Domicílios. Logo, nota-se não só um desrrespeito com a população privada de tais direitos, mas também a violação de leis da ONU.

Portanto, com a finalidade de modernizar os métodos de ensino e, assim, atrair os alunos para a devida alfabetização, urge que o Minitério da Educação promova novos modelos educacionais, por meio de projetos já implementados em outros países, como a Finlândia e Canáda, chamados de “sala de aula invertida” em que os alunos tornam-se ativos no processo educacional. Tal ação, faz com que os jovens se interresem mais pelos estudos e criem uma maior identificação com a escola. Com isso, a aprendizagem ficará mais facilitada e o número de analfabetismo dominuirá, fazendo valer as leis da ONU e a tese de Hannad Arendt.