Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 03/01/2021

Getúlio Vargas em seu mandato, já demonstrava a preocupação referente a educação no Brasil, sendo perceptível a importância do ensino vinculado ao progresso do país. Assim, foi outorgado em 1934 na constituição o direito da educação pública brasileira. Desse modo, ao relarcionar-se essa conquista diante da atual situação da educação no Brasil, é perceptível a ocorrência de adversidades  que relacionam os altos índices de analfabetismo no país. Diante disso, há problemáticas a serem discutidas: reflexos das desigualdades brasileiras e a falha governamental no processo educacional.

Primeiramente, pesquisas do site “AgênciaBrasil” mensuram que a região Sul e Sudeste possuem as menores taxas de analfabestismo. Diante disso, tais adversidades possuem ligações com a desigualdade de renda no país, sendo um reflexo do deselvovimento desigualitário das regiões, tornando-se um fator que interfere na educação. Evidencia-se esse fato com os jovens que nunca frenquentaram o colégio ou aderem a evasão na intenção de acrescentar na renda familiar, carregando o “fardo” de responsabilidade precoce desde a infância, no intuito de auxiliar nas depesas diárias de sua residência. Em suma, isso demonstra que o nível de escolaridade no país mantém relações com a sua distribuição de riquezas desigual, contribuindo diretamente com o aumento do analfabetismo.

Ademais, segundo o filósofo, Emille Durkheim, a sociedade funciona como um “corpo biológico” o qual para ser coeso e igualitário depende das partes que compõe. Sendo assim, de maneira análoga, é perceptível que há interfêrencias relacionadas a atuação governamental no país. Exemplifica-se esse argumento com dados do INEP, informando que cerca de 50% dos alunos chegam na terceira série sem saber ler e escrever adequadamente. Com isso, o descaso governamental contribuí com o elevado índice de analfabetismo, já que um dos problemas da educação brasileira mantém conexões com a negligência do real aprendizado das escolas, elevando facilmente de série os alunos, que como efeito, contribui apenas com a falsa sensação de desenvolvimento educacional.

Portanto, há problemáticas a serem discutidas referentes ao analfabetismo no Brasil. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação, responsável pelo desenvolvimento educacional, a realização de projetos nas escolas que mantenham oportunidades igualitária de todos os cidadãos de estudarem, por intermédio de programas que ajudem financeiramente os estudantes que possuem renda insuficiente para o seu sustento. Assim, como efeito os índividuos mais carentes não evacuarão dos colégios em busca de acrescentar na renda familiar. Além disso, o Ministério da Educação ser mais rigoroso no processo de aprovação anual dos alunos, intervindo com avaliações semestrais nas escolas, abordando todas as diciplinas, a fim de atenuar sobre o nível de escolaridade mantida naquele colégio.