Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 07/01/2021
Vasta gama de oportunidades de emprego. Melhor entendimento do âmbito socio cultural. Nesse prisma, essas são características de um indivíduo que não conclui o processo de escolarização. Diante disso, é lícito abordar o peso que a desigualdade socioeconômica possui sob o analfabetismo no Brasil e as consequências desse problema na esfera social.
Em primeiro plano, de acordo com Victor Hugo “O progresso roda constantemente sobre duas engrenagens. Faz andar uma coisa esmagando sempre alguém”. Nesse sentido, os “esmagados” são os estudantes de famílias carentes, que devido a necessidade de contribuir na renda do lar, evadem a escola para o trabalho. Por isso, o Brasil apresenta 11 milhões de analfabetos segundo o IBGE.
Em segundo plano, segundo Olavo Bilac “Os livros não matam a fome, não suprimem a miséria, não acabam com as desigualdades e com as injustiças do mundo, mas consolam as almas, e fazem-nos sonhar”. Por conseguinte, devido a incapacidade de ler e escrever, muito brasileiros são impedidos de sonhar, de maneira que são limitados a oportunidade de trabalho, conhecimento, entre outros. Logo, para que tais indivíduos tenham suas oportunidades expandidas, é necessário que se cumpra o artigo 6 da constituição federal do Brasil, que garante o acesso à educação a todos os cidadãos.
Evidencia-se, portanto, a necessidade de ações interventivas para minimizar o alfabetismo em todo o território nacional. Para tanto, o Governo em parceria com o Ministério da Educação deve, com verbas governamentais, investir nas escolas de áreas menos favorecidas, de maneira que tenham mais professores, melhor infraestrutura, para que proporcione condições igualitárias de aprendizagem. Dessa forma, com a melhora das instituições de ensino, será possível ter uma perspectiva de futuro dentro do âmbito escolar.