Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 12/01/2021
Segundo o líder Nelson Mandela, ‘‘A educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo’’. Nesse sentido, é possível depreender através da frase a importância da educação e da alfabetização na formação do indivíduo como ser pensante e crítico, além de seu desenvolvimento intelectual e qualificação para o trabalho. Entretanto, essa realidade se encontra caótico devido aos desafios que são apresentados no ensino brasileiro, a omissão do Estado e a falta de incentivo no ambiente familar e em instituições públicas, quadro preocupante que necessita de mudança no país.
Primeiramente, conforme a Constituição Federal de 1988 prevê em seus artigos, é dever do Estado garantir o direito à educação, assim como o direito à ciência, cultura e também tecnologia em todo contingente populacional. Porém, a negligência estatal em criar ações efetivas se afirma mesmo diante do artigo supracitado, visto que parcelas mais pobres da população não contam com acesso à recursos escolares devido à invisibilidade social que sofrem, agregando num atraso prejudicial para seu desenvolvimento futuro, sejam em interações sociais, domínio da escrita ou em relação ao concorrido mercado de trabalho.
Ademais, cabe pontuar que o ambiente familiar é fundamental no incentivo com a instrução de suas crianças, seja com exercícios de leitura na função do aprimoramento do vocabulário e da escrita, além de um estímulo na criatividade e melhor interpretação de textos e obras literárias, que devem ser ensinados pelos pais. Com isso, cada vez mais serão formados adultos que passem esse estímulo adiante para outras crianças, contribuindo para um menor déficit do imbróglio apresentado.
Em virtude dos fatos mencionados, é indubitável que a alfabetização tem papel essencial na construção do indivíduo e de seu preparo para pleno exercício de seus direitos na coletividade. Nesse viés, cabe ao Governo Federal, agindo em nome do Ministério da Educação efetivar leis e projetos de cunho popular que viabilizem um maior destaque para o impasse em si, além de campanhas midiáticas por meio da arrecadação de impostos para construção em grande escala de bibliotecas em redes de ensino público e em locais carentes como periferias, a fim de compactuar em um engrandecimento da estruturação psicossocial dos jovens no país.