Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 06/01/2021

A constituição federal de 1988, prevê em seu artigo 6 o direito a uma educação de qualidade que os alunos não saiam analfabetos como direito a todos. Entretanto, não tem se reverberado com ênfase na prática, quando se observa a falta de alfabetização, dificultando, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva faz-se imperiosa a análise dos fatores como a escolaridade que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a infraestrutura escolar, no qual, muitas crianças simplesmente abandonam para assumir outras responsabilidades como trabalho infanti, dessa forma obtendo-se a alfabetização. Nesse sentido, no Brasil, verifica-se a quantidade de impactos causadas na alfabetização. Segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma “violação do contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos, como educação mais eficaz, o que, infelizmente, é evidente no pais.

Além disso, é fundamental destacar que o Brasil tem estrutura para ter uma boa educação, no entanto ao invés de enviar mais verbas as instituições de ensino o governo gasta com funcionalismo público, dessa forma estão deixando de lado a alfabetização no Brasil. Segundo o IBGE, o Brasil chegou a pelo menos 1.130% milhões de pessoas com mais de 15 anos analfabetas, logo, é indispensável que esse problema continue.

Portanto, medidas são necessárias para combater esse impasse. Assim, é imprescindível que o ministério da educação (MEC) por intermédio de estratégias econômicas para melhoria da qualidade educacional que proporcione escolas decentes e aulas mais dinâmicas como gincanas, a fim de que os alunos não fiquem 5 horas apenas ouvindo seus professores darem a matéria proposta, além de cursos para os professores com propósito de ter aulas mais tecnológicas. Assim, se consolidara uma sociedade mais educativa no qual o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirmar John Locke.