Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 14/01/2021

Na Grécia Antiga, Sócrates buscava, nas praças públicas, jovens para conversar.  O objetivo do filósofo com essa atitude era estimular o conhecimento verdadeiro. Este deve resultar de questionamentos  que eliminam erros e preconceitos. Com o passar do tempo, a educação da juventude sofreu transformações de modo a se adequar a seu período. Para compreender o processo de alfabetização brasileiro atual, necessita-se de entender a função da escola e os desafios propostos pela modernidade.

Em primeiro lugar, precisa-se analisar a importância da escola. Para a Sociologia, a inserção do indivíduo na sociedade ocorre por diferentes tipos de socialização. Nesse sentido, a escola torna-se uma instituição social, pois faz parte da socialização secundária. Esta relaciona-se ao preparo do indivíduo para viver com o diferente - aqueles que não pertencem ao convívio familiar. Ademais, a estrutura formal permite um acesso mais amplo e uniforme à educação, visto que antes das escolas utilizava-se tutores, que não possuíam regras, nem um sistema de ensino. Desse modo, as escolas são importantes para a vida em sociedade e garantem a maior eficiência de ensino.

Dito isso, necessita-se discutir os obstáculos do processo de alfabetização no Brasil. Segundo Paulo Freire, a educação tupiniquim não forma o senso crítico dos estudantes, dado que se baseia apenas na transmissão na transmissão passiva de conhecimento. Assim sendo, o aluno não é estimulado a relacionar os conteúdos aprendidos ao contexto que vive. Além disso, os indivíduos, a partir da falta da postura ativa, não buscam ampliar os conhecimentos que possuem. Essa realidade é nociva no mundo contemporâneo, uma vez que as mudanças são constantes e  a adaptação deve ser rápida. Os brasileiros, então, vivem uma realidade de atraso, já que a alfabetização falha em preparar o indivíduo.

Fica evidente, portanto, que a escola é essencial e  o Brasil enfrenta problemas em relação ao processo de alfabetização. Para mudar esse cenário, o Ministério da Educação deve  estimular o ensino ativo dos alunos a partir da implementação no currículo escolar de aulas de debate e aulas que promovam a interdisciplinaridade , com o objetivo de forma o senso crítico. Ademais, o Ministério da Educação, em parceria com especialistas, pode garantira atualização das pessoas fora da escola a partir de cursos que modernizem as habilidades e palestras que incentivem o estudo ativo, a fim de retirar o atraso que o país enfrenta.