Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 14/01/2021

A constituição federal de 1988, o documento mais importante do país, prêve que seu artigo 6º, o direito à educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Com ênfase na prática quando se o observa o tema de desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil, dificultando, desse modo, a universalização. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o analfabetismo. Segundo as ideias de John Locke, configura-se como uma violação do ‘‘contrato social’’, já que o estado não cumpre sua função de garantir que a sociedade desfrutem de direitos indispensáveis, como a importância do saber, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar que em houve o método da ‘‘progressão continuada’’, implantada em 1992 pelo educador Paulo Freire, onde o aluno não fica reprovado de ano em ano, mas sim, ao final de ciclos. Segundo dados apresentados pela Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), 66% de pessoas após concluírem o 3º ano do ensino médio desenvolveram-se a capacidade de ler e escrever adequadamente durante o período escolar. Logo, é inadmissível que o cenário onde 34% dos indivíduos são analfabetos, continue a perdurar.

Contudo, há uma necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindivel que o Ministério da Educação (MEC), juntamente com o governo, desenvolva abordagens mais eficientes por meio de palestras nas escolas sobre a importância do saber, leis e analises atuais das competências de métodos, a fim de acabar com os desafios do analfabetismo no Brasil. Assim, se consolidará uma sociedade mais alfabetizada, onde o estado desempenha seu ‘‘contrato social’’, tal como afirma John Locke.