Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 11/01/2021

Evasão escolar é o termo descrito para destinar-se a indivíduos que abandonam a escolaridade em qualquer faze de aprendizado. Nesse sentido, é necessário menciona, infelizmente, que o Estado abre brechas jurídicas e ideológicas para tal situação adversa, uma vez que mesmo previsto em lei, permite que haja escassez de recursos destinados à construção e manutenção de unidades de ensino, além da falta de incentivo à tal prática discente, no qual diverge na formação de indivíduos deficitários intelectualmente. Assim, é preciso que haja mudanças econômicas e sociais para mitigar tal panorama.

Em primeiro lugar, é relevante rememorar à falta de recursos destinados à educação. Nessa conjuntura, segundo a lei N-9.394- atual diretriz da educação brasileira-, garante que haja investimentos referentes a obras e serviços destinados à educação. No entanto, tal posicionamento não está sendo executado o que retoma o livro “Cidadão de papel”, escrito pelo jornalista brasileiro Gilberto Dimenstein, no qual menciona o quanto os direitos previstos em código no Brasil não são postos em prática, pertencendo sua existência unicamente no papel. Dessa forma, dificultando o acesso à educação e, assim uma possível mudança intelectual no país.

Em segundo, é preciso também mencionar a ausência de incentivo à prática de ensino. Isso é, segundo o educador brasileiro Paulo freire, em sua segunda carta literária um limitante na mudança do estado do analfabetismo no Brasil, uma vez que “Se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Logo, nesse sentido, é de suma relevância mencionar a constante evasão escolar no Brasil, segundo o portal de notícias G1, é a terceira maior do mundo. Tal resultado, é também fruto de poucos programas que retenham a população a optar por estudar, assim, possibilitando uma grande barbárie no ensino: a saída de estudantes antes da fase primordial na geração de conhecimento. Assim, formando indivíduos cada vez mais deficitários intelectualmente. Desse modo, sendo primordial, programas que retenham tal público.                                                          Portanto, o Estado - com intuito de oferecer estrutura para a geração do conhecimento- deve, por intermédio da parceria público-privada entre Ministério da educação e instituições privadas, viabilizarem a construção de novas unidades educacionais. Possibilitando, assim que a educação chegue ao maior número de pessoas, além de cumprir com a lei supracitada. Ademais, o Estado- como responsável pelo incentivo ao exercício da escolaridade no Brasil-, deve, por intermédio dos mecanismos de comunicação mostrar a importância da prática do aprendizado, por meio de filmes e propagandas. Para, assim, convencer os brasileiros a gradativamente optarem pela escolaridade, diminuindo assim a evasão mencionada.