Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 12/01/2021

A constituição de feudos, muros que delimitavam uma determinada área no período da Idade Média, segregou milhoes de pessoas e impossibilitou o acesso a bens que somente a nobreza podia usufruir. Na contemporaneidade brasilera, a alfabetização é “feudalizada”, ja que parte da população não a detém em sua plenitude. Então, tanto a alfabetização inadequada no Brasil, quanto disparidades regionais que favorecem regiões mais desenvolvidas, deixam indivíduos à margem da sociedade.

Nessa perspectiva, a alfabetização é de enorme valor social, sendo fundamental ferramenta para construção de indivíduos. No entanto, a um atraso no processo de alfabetzação de alunos que não alcançam resutados suficientes, já que dados do MEC mostram que mais da metade dos alunos do 3º tem nível insuficiente em leitura e matemática. Em suma, a estagnação  de compreender e interpretar conteúdos básicos, levam indivíduos a sofrer no Ensino médio e superior e, posteriormente, no mercado de trabalho.

Outrossim, é a falta de instituições adequadas de ensino e profissionais capacitados em regiões menos desenvolvidas que, susta, ainda mais, a  alfabetização, como no Norte e Nordeste, visto que, em 2015, o PNDA apresentou dados que ambas as regiões se apoximam de 37% da população total composta por crianças e adolescentes, principalmente, em regiões periféricas e carentes, à medida que apresentam os piores indicadores de educação no Brasil. Dessa maneira, Dessa maneira,  enquanto não for garantido a alfabetização adequada e acessível para todos, crianças e adolescentes estarão sofrendo com a indulgência do Estado.

Portanto, cabe ao Estado juntamente com o Ministério da Educação fazer a devida administração de métodos de ensino reformulados e, reconhecendo alunos como indivíduos únicos, bem como, capacitarem professores com cursos adequados e real valorização ao profissional para estarem preparados a adversidades em sala de aula . Além disso, o Estado em parceria com o Ongs  devem fiscalizar instituições de ensino em áreas carentes e periféricas, trazendo profissionais por meio de concursos públicos específicos à essas regiões, para lecionarem em estruturas adequadas, com implementação de investimento na educação básica e pública periférica, destruindo assim, delimitações e " feudos" “educacionais”.