Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 12/01/2021

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo nº 6, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Portanto, subterfúgios devem ser encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de alfabetização no país. Nesse sentido, sem o apoio do governo, a alfabetização torna-se uma lenta realidade. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de incentivo das escolas como impulsador do analfabetismo no Brasil. Segundo o canal futura, muitos estudantes abandonam as escolas, por não conseguirem acompanhar os anos sequenciais. Entretanto, as escolas não estão preparadas e capacitadas para incentivar esses alunos. Diante de tal exposto, é notório que esse problema gera aos jovens uma precariedade e falta de oportunidades de trabalho no futuro, o que ocasiona a perda de seus direitos mais básicos. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o estado, por intermédio de programa educacional, desenvolva uma proposta efetiva para promover maior propagação da educação no solo brasileiro, além disso, enfatizar a alfabetização como fator primordial, a fim de elevar o nível de educação. Paralelamente, é imperativo que a escola, por intermédio de palestra, crie uma solução a fim de incentivar os alunos a continuarem seus estudos, e essencialmente, ressaltar as qualidades da obtenção do diploma escolar. Assim, torna-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na carta magna.