Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 13/01/2021
A difícil tarefa de alfabetizar no Brasil
A alfabetização no Brasil, ainda é um dos maiores problemas enfrentados pela sociedade. Dado que, no país, 7% da população com 15 anos ou mais é considerada analfabeta, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2017, o que representa 11,5 milhões de pessoas. Todavia, isso se consolida, devido a falhas que aconteceram no processo de colonização, sendo uma delas, a desigualdade na educação, uma vez que quem detinha o poder de estudar era os requeridos que possuía recursos financeiros. No entanto, os reflexos do passado ainda se fazem presente na atualidade. Além do mais, uma falta de investimento para a formação pedagógica dos professores, é outro fator que contribui para essa triste realidade.
Em primeira análise, destaca-se a importância da educação para os jovens. Pois, segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) a alfabetização é o conhecimento básico e necessário para todos num mundo em transformação. Partindo desse ponto de vista, é de extrema necessidade que se diminua os índices de desigualdade no país. Visto que, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constatou que os maiores índices de analfabetismo se encontram em locais onde os níveis de desigualdade são maiores, como é o caso da região Nordeste, onde 28% da população com 15 anos ou mais são considerados analfabetos.
Outrossim, a falta de apoio pedagógico é outro alarmante desse problema. Posto que, os professores se deparam com diversas dúvidas no processo educacional, e muitas vezes, por não terem um suporte, por parte da escola, que por sua vez não recebe verba suficiente para isso, acabam optando por metodologias que não atendem às necessidades dos alunos. Tendo em vista, que cada indivíduo reage de uma forma diferente ao processo de aprendizado, sendo que uns aprendem com facilidade e outros não. Diante disso, é de extrema prioridade o investimento em planos pedagógicos, sênior assim, a efetiva educacional de cada cidadão.
Diante do exposto, é dever do governo investir em politicas públicas que minimizem os índices de desigualdade no país, deve ainda, em conjunto com o MEC (Ministério da Educação) disponibilizar as escolas verbas e incentivar o aprimoramento pedagógico desses profissionais. As instituições educacionais, devem desenvolver projetos que atenda os docentes e os discentes, com o intuito de diversificar os métodos de alfabetização. É valido ainda que o núcleo familiar, ajude no incentivo a participação dos seus filhos nas aulas, sendo assim, melhoraria no desenvolvimento das crianças. Se realizadas essas medidas o numero de pessoas analfabetas seriam nulos.