Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 15/01/2021
Segundo o histórico líder Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Inegavelmente, o pensamento do ex-presidente da África do Sul afirma a preciosidade do conhecimento. Entretanto, a alfabetização carrega desafios comportamentais. Desse modo, gera desigualdades sociais e uma minuciosa reeducação cultural.
Certamente, é valido ressaltar que a falta de ensino é um agravante para diferenças socio comunicativas e consequentemente a prática de preconceitos. Além disso, o filósofo e pedagogista John Dewey expressou que a educação é um processo social, é desenvolvimento; não é a preparação para a vida e sim ela própria. Dessa maneira, o estudo desqualificado emprega nocivos relacionamentos na comunidade. Sobretudo, o hábito de buscar o conhecimento é brando na organização brasileira. Ademais, o filósofo pós-socrático Platão afirmou: “De todos os animais mais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar”. Contudo, a rígida cultura anciã do país desempenha um importante desencorajamento no aprender. Por conseguinte, a doutrina familiar atrasa e desmotiva consideravelmente o progresso da alfabetização de alta qualidade.
Conclui-se, que o desamparo parental interligado com diferenças de classes, são obstáculos enfrentados para a melhora do nível de saber. Portanto, como rege a constituição federal de 1988, a educação é um direito de todos. Assim, cabe ao governo federal criar medidas juntamente com instituições para a evolução intelectual do Brasil. Por intermédio, do Ministério das Comunicações e Ministério da Educação, desenvolver campanhas publicitárias de combate à discriminação do conhecimento em veículos divulgadores (jornais, emissoras de rádio e TV) e executar palestras nas escolas para pais e responsáveis, afim de conscientizar a relevância do crescimento intelectivo. Com resultado, diminuir o índice de analfabetismo na nação.