Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 12/02/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° que a educação é um direito universal. Todavia, nota-se que atualmente há um déficit no ensino quando a democratização da alfabetização é um desafio em várias escolas, levando em conta que para algumas pessoas, tal direito social básico é uma regalia. Diante dessa perspectiva, faz-se necessária uma análise dos agravantes desse quadro.

Em uma primeira instância, percebe-se a falta de medidas governamentais. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), de 2017, cerca de 93/100 da população com 15 anos ou mais é considerada alfabetizada no país, ou seja, cerca de 11 milhões de cidadãos são analfabetos. Logo, nota-se a negligência estatal frente a grande taxa de jovens iletrados no país.

Continuando o raciocínio, a falta de informação diminui as possibilidades e oportunidades de muitos indivíduos, além de torna-los sucintos à marginalização e ignorantes de seus próprios benefícios como cidadão. Segundo o filósofo John Locke,  criador do documento “contrato social” no século XVII, dizia que a educação é um direito do cidadão e um dever do estado proporcionar adequadamente. Assim, observa-se, que a falta da mesma é predominante até os dias de hoje.

Conclui-se, portanto, que os problemas educacionais acontecem há muito tempo e que refletem até os dias de hoje, o que é impressindível uma melhora. Para isso, urge que os governantes, juntamente com o ministério da educação (MEC) melhorem a qualidade educacional atual, através de investimentos na educação infantil, apoio psicológico ao estudante e bolsas remuneradas em todas as escolas a fim de que os alunos tenham uma saúde holisticamente saudavel, recebam um auxílio social das instituições de ensino e que tenham uma motivação para aprender e futuramente se formar.