Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 16/06/2021
No filme “A menina que roubava livros”, de Markus Susak, o pai adotivo da pequena òrfã Liesel Meninger lhe ensina a ler. Durante a narrativa, o autor aborda que a prática da leitura, ajuda a personagem a superar sua solidão, se relacionar com o mundo sombrio ao seu redor e se nutrir da esperança de dias melhores. Para além do cenário cinematográfico, a atua realidade enfrentada pelos brasileiros está muito distante daquela mostrada no longa-metragem, visto que o hábito de ler no Brasil, é incomum e afeta o progresso do páis. Nesse âmbito, analisa-se que essa problemática é sustentada, sobretudo, pela escassez de recursos e pela desigualdade social.
De início, o escritor Eça de Queiroz, em sua obra “O primo Basílio”, critica a instiruição familiar moderna e revela suas crises e perda da sua função social. Nesse viés, segundo a ideologia do escritor Eça, se torna evidente e claro que lares desestruturados, formam uma sociedade incapaz de perceber a importância do costume da leitura para o desenvolvimento da nação. Logo, enquanto a falta de recursos se mantiver, o Brasil será impossibilitado de ter um cultura de leitores e de progredir exponencialmente no índice de alfabetizados em terras tupiniquins. Como resultado, de acordo com a revista Veja, 24% da população brasileira é analfabeta e não obtêm condições para a introdução na educação.
Além disso, destaca-se que não há como promover contato com à leitura em uma sociedade marcada pela fome. Durante o Brasil Colônia, período histórico do século XVI, com o aumento da valorização e exploração dos escravos, o acesso a educação e livros didáticos eram destinados apenas aos aristocratas -organização formada pelos nobres-. Entretanto, tais influências não trouxeram benefícios para o crescimento do território brasileiro, uma vez que o acesso à leitura e materiais pedagógicos ainda que exista, é destinado na maioria das vezes a classes econômicas mais desenvolvidas.
Portanto, medidas devem ser tomadas para solucionar o entrave. Assim, o Ministério da educação, em parceria com òrgãos midiáticos, deve promover campanhas que enfatizem a importância da alfabetização , os seus benefícios para o crescimento social e pessoal dos brasileiros. Detalhadamente, esse conteúdo deve ser postado nas redes sociais e em propagandas na televisão, gerando estímulos aos jovens e adultos pela alfabetização e educação, além de ajudar na constante evolução do Brasil. Desse modo, exemplos como o da personagem Liesel Meninger do filme “A menina que roubava livros” e do realista Eça de Queiros serão maiores, e o número de analfabetos em terras brasileiras, menor.