Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 12/07/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU,  assegura a todos os indivíduos o direito à educação e bem-estar na sociedade. Entretanto, o processo de alfabetização apresenta graves desafios, principalmente pela fase de pandemia vivenciada no século XXI, aonde os estudos estão passando por uma fase remota, dificultando cada vez mais esse processo. Diante disso, se faz à análise desse contratempo.

Basilarmente, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais  para combater o analfabetização no Brasil. Diante disso, afetando cerca de 7% da população, segundo o IBGE, o que significa uma parte significativa da população colocadas em desvantagem, diante ao momento vivido, esses números crescem cada vez mais. Nesse sentido, essa declaração, segundo John Locke configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontuar a falta de escolas em regiões carentes, como impulsionador do analfabetismo. Diante de tal exposto, essas áreas não recebem o ensino básico, dificultando a vida da população, financeiramente e intelectualmente, pela pandemia do covid-19, essa questão se complicou ainda mais, pois muitos alunos não recebem aula e material para o estudo remoto. Logo, é inadimissivel que o cenário continue.

Contudo, é imprescíndivel que o Governo Federal por intermédio do Ministério da Educação, distribua materiais  para toda população que não está recebendo o EAD (ensino à distância), promovendo construções de escolas em locais retirados para volta às aulas, seguindo todos os protocolos de saúde, com o fim de se consolidar uma sociedade que receba uma alfabetização de qualidade, aonde o Estado desempenha corretamente seu ‘contrato social’ como afirma John Locke.